Resenha: Liberta-me – Tahereh Mafi

Liberta-me é o segundo (e melhor até agora) livro da trilogia de Tahereh Mafi, se você ainda não conferiu a resenha do primeiro livro clique na imagem abaixo:

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CUIDADO, TEM MUITOS SPOILERS SOBRE O PRIMEIRO LIVRO AQUI!

Liberta-Me-Capa
Título: Librta-me
Autor: Tahereh Mafi
Editora: Novo Conceito
Páginas: 444
Nota: 5/5 ❤
Emocionada estou. Não sei por onde começar. Se eu achei o ultimo livro meio chove não molha, esse é totalmente o oposto.
Sobre o livro:
Vamos lá, o primeiro livro acaba em uma parte decisiva, Juliette encontrou o Ponto Ômega, que é a resistência contra o Restabelecimento. Vale ressaltar que a maioria das pessoas lá tem algum dom, assim como Juliette, mas não o mesmo.
Lá ela passa por um tempo de adaptação, por vários testes que visam entender o seu dom, e fazer com que ela domine ele. Mas como no primeiro livro aconteceu, Juliette mais uma vez complica as coisas, ela sente que todos a odeiam, que julgam ela e ela não faz nada pra melhorar essa situação, apenas se isola mais.
Minha opinião:
Então pra mim o livro foi bem chato até a página 130 mais ou menos (quase abandonei), é difícil eu ter paciência com a Juliette quando todo mundo quer ajudar e ela ignora achando que seu problema é maior que o do restante. Massss gente, o que acontece depois é fantástico, a história toda da uma reviravolta e Juliette se torna uma protagonista muito mais interessante, vibrante e forte.
O Kenji que vimos tão pouco em Estilhaça-me se mostra um personagem muito forte. Ele ao contrario de Adam (que a cada dia que passa eu acho mais chato), não tem medo de falar as verdades na cara da Juliette, ele é o maior responsável por fazer ela melhorar durante o livro. Eles mantêm uma amizade baseada em sinceridade durante o livro.
E bom, como eu senti no primeiro livro, vai ter triangulo amoroso. Mas o mais legal é que dessa vez não sou “dois mocinhos disputando o amor da donzela” e sim o mocinho e o vilão, e gente, me desculpem mas eu prefiro o Warner ❤ mesmo ele sendo meio doido, e convencido, mas as vezes é desse cara que a história pede. Ao contrario do relacionamento dela com Adam que eu achei que foi muito impulsivo e por carência, da pra sentir que Juliette realmente deseja e luta contra esse sentimento que é inevitável. Ta meio na cara pra quem estou torcendo, né?
Outra coisa que também ganhou enfoque nesse livro foi a guerra, o primeiro livro todo focou nos problemas da Juliette, no romance com Adam, e na fuga do restabelecimento, mas nesse a resistência ganha força, e começa a aparecer pra sociedade. E finalmente temos verdadeiras cenas de ação.
A narração da Tahereh é uma coisa mágica, eu sinto e vejo as cenas exatamente como ela quer passar, o que torna muito fácil e rápida a leitura.
Eu recomendo muito esse livro. ❤
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